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esse blog nasceu do constante mergulho em mim mesma e no universo ao redor. Perguntar-nos 'Quem sou eu?' é pra que estamos aqui!


this blog was born from a constant dive into myself and the universe around. To ask onself 'Who am I?' is what we are here for!

arquétipos do feminino

arquétipos do feminino

Falar de arquétipos é falar de tipos. Padrões de comportamento. Formas arquetípicas de estar no mundo.

"Dei o nome de arquétipos a esses padrões, valendo-me de uma expressão de Santo Agostinho: Arquétipo significa um “Typos” (impressão, marca-impressão), um agrupamento definido de caracteres arcaicos, que, em forma e significado, encerra motivos mitológicos, os quais surgem em forma pura nos contos de fadas, nos mitos, nas lendas e no folclore." (JUNG, 2001, p.34, grifos do autor)

Falar do feminino é falar da energia Yin e como pode se manifestar em mulheres e homens. 

Falar de arquétipos do feminino é esboçar 7 tipos psicológicos, a partir do ponto de vista da mitologia grega. Compreender melhor os traços de manifestação no mundo dessas 7 energias tão diferentes que se dividem em 3 grupos, de acordo com o livro "As Deusas e a Mulher", de Jean Shinoda Bolen: as deusas virgens - Ártemis, Atenas e Héstia -, as deusas vulneráveis - Hera, Deméter e Perséfone - e a deusa alquímica Afrodite.

Como são, como trabalham, como se relacionam com os homens, como se casam, se é que se casam, como funcionam na maternidade... quais as dinâmicas psíquicas e onde se encontram os pontos de crescimento e equilíbrio...

Enquanto uma mulher "do tipo" Ártemis vai fazer qualquer coisa para não se casar, uma mulher do "tipo Hera" tem no casamento seu grande objetivo de vida.  Caso essa mulher "do tipo" Ártemis se case, ela tenderá a uma relação igualitária com o marido, com certa independência dos dois lados. Já a mulher "do tipo" Hera tende a ter um casamento mais tradicional e guardar certo respeito pelo marido, que passa a ser a figura central e mais importante da vida dela. 

Enquanto uma mulher "do tipo" Héstia carece de um Ego forte e tende a "desaparecer" na família, no casamento e na sociedade, uma mulher "do tipo" Afrodite dificilmente passa despercebida por onde aparece. 

Conhecer a si mesmo e aos outros a nosso redor dá muito mais sentido ao viver, às experiências de cada dia, aos 'atores' da nossa vida, além de nos dar a possibilidade de libertação dessas forças arquetípicas inconscientes que atuam em nós e de alguma forma dominam nosso viver. 

Sábado agora, dia 25/11, tem curso sobre os arquétipos do feminino lá no Espaço Satya em Ribeirão Preto. Vamos falar sobre tudo isso de forma bem aprofundada. Homens, mulheres e casais podem se beneficiar muito. Vem?

cada um que vem ao meu consultório toca algum ponto meu?

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a viagem sem fim das emoções *

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