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psicoterapia e supervisão clínica

A base do meu trabalho clínico é Jung. Acredito no processo terapêutico que combina o trabalho verbal com o não-verbal. Trabalhar a psique no corpo, assim como falar e escutar, faz parte do processo.

Fazer terapia é entregar-se à observação de si. Reconhecer as partes que nos compõem. E, aos poucos, no processo, aprender a integrar todas as partes, limpar algumas, atenuar outras, acentuar outras ainda mais. No caminho, estar no mundo com aquele eu mais profundo, a alma, e sentir-se ‘mais confortável na própria pele’. Mais vivo. Mais leve. Mais feliz.

Pelo menos é assim para mim e é como eu vejo o processo terapêutico.

Faço atendimento online quando não há possibilidade do encontro presencial acontecer. Marcamos uma primeira conversa e teremos tempo para você me contar sobre você e sua busca, o que te traz aqui, e para eu te contar mais de mim e do meu trabalho. A partir disso, combinamos o nosso processo.

Também atendo outros psicoterapeutas para supervisão de casos em psicoterapia clínica, com base junguiana! Gosto muito de dividir o que aprendi nesse tempo todo de prática clínica e contribuir para o fortalecimento de novos profissionais.

Se quiser saber mais ou agendar um horário, escreve pra mim e falamos?


entre mulheres

Por que estar entre mulheres? Porque aos poucos, ao longo da história, as mulheres foram tendo cada vez menos espaços para si e entre mulheres, nutrindo-se umas às outras. E quando as mulheres se reunem uma magia acontece. Ao longo desses anos liderando Círculos de Mulheres, pude ver a transformação que vai se fazendo no grupo, nas mulheres individualmente e em mim, claro.

Encontrar esse espaço para estar entre mulheres de forma amorosa, verdadeira, compartilhando e nutrindo, vai promovendo uma nova consciência de si, do ser mulher, dos nossos relacionamentos como um todo. E isso transforma nosso estar no mundo. 

Desenvolvo esse trabalho em um Grupo Fechado no Facebook, chamado ‘Autoconhecimento e Consciência entre Mulheres’ onde compartilhamos saberes e questões que contribuem individual e coletivamente para nossos processos de autoconhecimento e ampliação de consciência. Você já tem um Círculo de Mulheres? Se quiser conhecer o nosso, fala comigo?

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astrologia

Conhecer a si mesmo é reconhecer, através das diferentes linguagens simbólicas que nos permitem ler, o escondido em nós. Para mim a astrologia é uma das tantas belíssimas que há. 

Estudo astrologia há pelo menos trinta anos. E nos últimos sete mergulhei fundo no estudo dessa linguagem. Cada vez me apaixono mais. A possibilidade de autoconhecimento que a leitura de um mapa astral tem é absolutamente inacreditável. E, exatamente por isso, tão potente.

Ver-se ali, escrito, é surpreendente. E abre espaços de reflexão que nos permitem ampliar muito a nossa visão de mundo, de nós mesmos, de como a vida funciona, dos acontecimentos, da nossa forma de funcionar...

No consultório e nos trabalhos em grupo uso muito a astrologia, seja pelo mapa de quem está à minha frente, seja a partir do clima astrológico do momento, que indica ciclos, fluxos e possibilidades individuais e coletivas.

Atendo também para leituras específicas de mapa natal, numa sessão com olhar terapêutico e cujo objetivo é trabalhar para descortinar luz e sombra, potências e desafios dessa existência, e não fazer previsões de curto, médio ou longo prazo. Se quiser saber mais, me pergunta?