Fazer terapia é entregar-se à observação de si mesmo. Quando nos olhamos de perto podemos ver várias versões de nós mesmos atuando no mundo. Aquelas partes que me compõem e que nem sempre eu gosto, por exemplo, aquelas partes que aos poucos vamos descobrindo que não precisam mais fazer parte de nós, porque nunca foram nossas, foram 'emprestadas' dos nossos pais, linhagem familiar, cultura a que fazemos parte, crenças sociais... 

E conseguimos ainda identificar aquelas partes de nós que de fato tocam a nossa alma mais profunda; aquele eu que quando está no mundo me deixa mais leve, mais entregue, 'mais confortável na minha própria pele'.

Aos poucos, nesse processo, vamos aprendendo a integrar todas essas partes, limpar algumas, atenuar outras, acentuar outras ainda mais. Pelo menos é assim para mim e como eu vejo o processo terapêutico.

Faço atendimento por skype quando não há possibilidade do encontro presencial acontecer. Gosto de marcar uma primeira conversa e teremos tempo para você me contar sobre você e sua busca, o que te traz aqui, e para eu te contar mais de mim e do meu trabalho. A partir disso, combinamos o nosso processo.

Também atendo outros psicoterapeutas para supervisão de casos em psicoterapia clínica, com base junguiana! Gosto muito de dividir o que aprendi nesse tempo todo de prática clínica e contribuir para o fortalecimento de novos profissionais.

Se quiser saber mais ou agendar um horário, escreve pra mim e falamos? Contato.

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Trabalhar também com o não verbal no processo terapêutico, tanto o acelera quanto o atenua, na minha visão.

Gosto muito da caixa de areia. Especialmente para quando as palavras não conseguem expressar os sentimentos.

Agradeço profundamente meus dois anos de processo na caixa em São Paulo.

 

Caí de amores pelos florais de bach quando depois de anos em terapia eles pareciam ter me ajudado a finalmente integrar toda consciência ampliada até ali, transformando definitivamente meu estar no mundo.